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Mobiliário Urbano pode ficar pronto nos próximos dias

O Mobiliário Urbano de São João del-Rei pode ficar pronto em janeiro de 2013. A previsão de término das obras surge após impasses em série envolvendo a instalação de 137 peças estilizadas no Centro Histórico da cidade e um ano de atraso nas entregas. Além da data de inauguração dos objetos públicos de decoração, mudou também o orçamento do projeto, que pode chegar ao fim 25% mais caro, segundo cálculos do diretor-geral do Instituto Estrada Real (IER), Baques Sanna. A entidade foi uma das parceiras na proposta de revitalização do cenário histórico são-joanense, incluindo a Usiminas e a Cemig como patrocinadoras. A princípio a repaginação custaria R$2 milhões, mas uma série de tropeços fez as cifras aumentarem. Além disso, o Ministério Público interveio na ação.

Problemas

O projeto que previa a transformação de pontos de ônibus, bancos de praça, cabines telefônicas, lixeiras e totens de sinalização deveria ter sido finalizado em dezembro de 2011 em comemoração ao aniversário são-joanense, mas esbarrou em uma sucessão de impasses estruturais. Na época, a Usiminas havia doado todo o ferro necessário para a construção das peças, mas os problemas começaram a aparecer na instalação. Primeiro os objetos precisaram ser redefinidos. “O teto dos abrigos de pontos de ônibus, por exemplo, teve que ser repensado, pois chegou-se à conclusão de que deveria ser um vidro reforçado”, explicou Sanna em entrevista à Gazeta de São João del-Rei em dezembro de 2011. Até então a data para últimas instalações do Mobiliário Urbano foi remarcada para janeiro de 2012.

Não funcionou. No primeiro trimestre de 2012 os pontos de ônibus continuavam descobertos, alguns bancos já haviam cedido com o peso dos usuários e as reclamações cresceram. Em junho a situação foi parar no Ministério Público Federal (MPF), que exigiu a reinstalação de objetos que já estavam prontos, incluindo assentos em locais de espera por transporte público. O prazo final de reparos terminaria no final de setembro.

A Prefeitura chegou a afixar cartazes em diferentes pontos da cidade se isentando dos maus entendidos. No fim do primeiro semestre, uma nota oficial da Assessoria de Comunicação afirmava que os itens defeituosos deveriam ser reinstalados pelo Instituto Estrada Real. Mas os argumentos do IER são outros. Segundo Sanna, os deslizes foram cometidos sim por empresa contratada pelo Executivo. “Coube ao município a parte operacional de todo o trabalho, com a montagem do mobiliário urbano. Porém, erros
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