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Passarela da Tancredo Neves mostra o que acontece com falta de planejamento

A movimentação de carros e pedestres na Avenida Tancredo Neves, centro financeiro da cidade, é a principal característica do local. Diante disso, uma passarela, situada próximo à Tok Stok, tem se tornado alvo de críticas dos pedestres.
No final de 2012, foi denunciado que a construção termina em um canteiro central, impossibilitando a travessia imediata de quem a usa. Atualmente, a crítica é referente à demora da inauguração. A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Defesa Civil (Sindec) afirmou que ainda não há previsão de entrega e a passarela permanece bloqueada com tapumes.
A presença de passarelas para facilitar a locomoção das pessoas é necessária na Avenida Tancredo Neves. Diariamente o fluxo de veículos é intenso, o que significa insegurança na travessia das pistas. “Salto no Sumaré, mas trabalho na entrada do Stiep. Passo a maior dificuldade para atravessar essas duas pistas todos os dias. Fico com medo de algum irresponsável estar em alta velocidade e acontecer uma tragédia”, contou a recepcionista, Ana Paula Correia, 30 anos.
De acordo com o estudante de publicidade, Sidelito Daltro, 25, desde que iniciou em um emprego na região, há cerca de dois anos, a passarela ainda não foi inaugurada. “Quando comecei a trabalhar aqui ela estava sendo construída. No final do ano passado ficou pronta, mas até agora não foi liberada. Achei que estava esperando o novo prefeito tomar passe, mas já estamos em Maio e nada aconteceu”, reclamou.
Na semana passada, a Sindec, secretaria municipal responsável pela infraestrutura, afirmou que não há data prevista para inauguração. Segundo o órgão, pendências como desapropriação de áreas particulares e ordenamento do trânsito da área são elementos do atraso deixado pela gestão passada, que estão sendo resolvidos atualmente. Contudo, ainda não há previsão para a passarela ser liberada para os pedestres.
Cada passarela custa cerca de R$ 1,5 milhão para ficar pronta e cada extensão, principal reclamação dos pedestres, fica em torno de R$ 300 mil. “Essa passarela precisa ser totalmente revista. Se foi construída com dinheiro público, a população precisa ter um retorno e esse retorno é o uso”, disse o auxiliar de marketing, Pedro Caetano de Oliveira, 32.

Fonte:Tribuna da Bahia
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