Notícia

Passarelas acumulam problemas em Mogi

O morador de Mogi que precisa usar diariamente algumas das passarelas que cruzam a linha férrea da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) convive com uma série de problemas que vão desde sujeira e má conservação à insegurança. Na manhã de ontem (3), a equipe de reportagem de O Diário percorreu alguns desses locais e ouviu relatos de munícipes que, literalmente, apertam o passo quando passam por essas estruturas.

De todos os equipamentos analisados pela reportagem, o que liga o Centro ao Mogilar (nas ruas Padre João e Tenente Alcides Machado, respectivamente), é o que aparenta a situação mais crítica. A pintura do local está praticamente coberta por pichações e esse é o menor dos problemas, pois embaixo da estrutura, há acúmulo de lixo e o local vem servindo como moradia para moradores de rua e usuários de drogas.

Além dos fatos citados acima, em diversos pontos, a falta de limpeza fez com que a terra trazida pelos sapatos dos usuários e a poluição formassem uma camada sobre o piso. Com a chuva ou ao primeiro sinal de umidade, esse sedimento se torna um risco aos pedestres que podem escorregar e ficar feridos em uma queda.

Apesar de todos os problemas, é no final do dia que o local fica realmente perigoso. Isso porque a falta de iluminação da passarela torna a pessoa que tentar passar por lá uma presa fácil de criminosos. Fios de postes cortados e câmaras de vigilância desligadas aumentam a sensação de insegurança.

Fonte:O Diário
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