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Pimenta no Salão: veto a ambulantes em passarelas é justo?

Com vista em aprofundar o debate em torno do pré-projeto de requalificação do comércio, a Prefeitura de Salvador adiou o início da ação de retirada dos ambulantes das passarelas, que estava previsto para esta segunda-feira, 18, para realizar somente no momento em que a alteração esteja bem esclarecida entre o governo municipal e as associações que reivindicam os direitos da categoria.

A ação, que é parte da operação Ordem na Casa, da Secretaria da Ordem Pública (Semop), está suspensa pelo menos até a próxima quarta, 20, quando uma terceiro debate público deverá ocorrer. Até lá, promete a administração municipal, nenhum camelô será retirado dos locais.

O esvaziamento do comércio informal nas passarelas é considerado emergencial pela prefeitura, sob o argumento de que estes espaços presentes nas principais vias urbanas são destinados ao trânsito de pedestres e que não foram projetados para serem preenchidos por ambulantes. A Semop estima ainda que a maioria destes trabalhadores não sejam licenciados, e promete um realocamento dos camelôs cadastrados na prefeitura para outros locais.

Já a Associação de Trabalhadores Informais de Salvador é contra a retirada dos trabalhadores das passarelas, ancorada na prerrogativa de que a remoção deste pessoal somente deveria ser considerada caso a prefeitura pudesse, em troca, oferecer outro tipo de ocupação profissional, para que houvesse a garantia de fonte de renda de valoração semelhante.

Fonte:Portal A Tarde
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